O Podcast Elenco recebeu a correspondente bancária da Caixa Econômica Federal, Susi, para um papo que vai muito além dos números e contratos. Durante o episódio, ela conta os bastidores do crédito imobiliário, os desafios de aprovação de perfil e, principalmente, o papel transformador do planejamento financeiro que permite famílias saírem do aluguel construindo a casa do seu próprio jeito.
Como narrado por Susi, sua prioridade sempre foi a orientação clara e realista sobre a capacidade de pagamento de cada cliente, garantindo a sustentabilidade do sonho da casa própria. “Para nós, é mais importante a clareza e a segurança financeira que damos ao cliente nessa jornada do que propriamente aprovar um crédito que depois pese no bolso”, declara.
Susi também destaca as facilidades exclusivas da Caixa que elevam o poder de compra de quem já adquiriu um lote parcelado.
Segundo ela, a modalidade de "Terreno e Construção" se destaca por permitir que tudo o que o cliente já pagou à loteadora seja computado como valor de entrada no banco, que ainda quita o saldo devedor restante do lote. "Nossa grande conquista é unificar a vida do cliente: ele para de pagar os boletos do terreno e passa a pagar uma parcela única que engloba o lote e todo o dinheiro liberado para a obra”, revela.
Sobre a rotina e a metodologia aplicada na liberação dos recursos, Susi explica que o financiamento funciona em etapas graduais através do cronograma da PCI (Proposta de Construção Individual):
Análise e aprovação: avaliação minuciosa do CPF, renda e potencial de crédito, com validade de aprovação por até 6 meses.
Vistoria e evolução (fase de obra): liberação do dinheiro em etapas a cada 30 dias, conforme as medições do engenheiro do banco (com marcos rigorosos aos 30% e 85% de execução).
Quitação e conclusão (término): liberação da última etapa após a emissão do Habite-se, certidões de INSS e averbação da obra na matrícula.
Na visão de Susi, essa engrenagem combina rigor técnico com o acolhimento das necessidades reais e cita casos práticos. Ela reforça o uso estratégico do FGTS a cada 2 anos para amortizar a dívida e o suporte a quem ficou sem dinheiro no meio do caminho através do crédito de "Término de Obra" (válido para construções com até 70% executados). “Temos ferramentas para reduzir as taxas, como o Open Finance e o relacionamento, garantindo parcelas confortáveis. É dar perspectiva de futuro”, afirma.
Durante o bate-papo, Susi ainda aborda as regras para autônomos e MEIs na declaração do Imposto de Renda, os cuidados necessários para evitar golpes na internet e o funcionamento das taxas. Confira a entrevista completa e descubra como o financiamento bancário pode destravar a construção da sua casa própria.
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